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Baterista do Kings Of Leon pede desculpas por atitude interpretada como homofóbica.

O criador do seriado “Glee”, Ryan Murphy, acusa o baterista do Kings Of Leon, Nathan Followill, de homofobia, como foi divulgado nesta quinta-feira pelo “NME”.

Isso porque ambos estiveram envolvidos numa discussão. Primeiro, Murphy chamou os integrantes da banda de “idiota egoístas” e foi retrucado por Followill com o seguinte tweet: “caro Ryan Murphy, vá ver um terapeuta, faça manicure, compre um sutiã novo. Feche a matraca e foque na educação primária, como se diz”.

Perez Hilton entrou na história e a coisa só piorou. O criador da série musical disse a ele: “Parece que Nathan pode reduzir um grupo de pessoas a este clichê mesquinho, em tempos que jovens e gays estão se matando o tempo todo por causa de ódios como este”. No fim, o músico acabou se descupando. “Sinto muito que tenham interpretado meus comentários como homofobia. Eu não sou esse tipo de pessoa. Eu peço sinceras desculpas”, escreveu.

O Kings Of Leon se apresentou no Brasil em 2010, durante o SWU, mesmo ano que lançou seu quinto álbum de estúdio, intitulado “Come Around Sundown”.

FONTE: MTV BRASIL

Pausa para a opinião da Newposter.

Não é de hoje que o baterista do Kings Of Leon arruma confusão, ele tem uma lista de confusões durante anos de sua carreira na banda. Ele adora arrumar confusões e causar polemicas graves para depois sair pela tangente. Não acho legal esse tipo de atitude no mundo em que vivemos, com misturas culturais, raciais, religião, sexo, entre outros. É incrível como existem pessoas no mundo artístico feito ele que só arrumam confusão.

Opinião e gosto não discutimos certo então não é mais fácil guardar para si mesmo do que querer sair abrindo a boca pro mundo. Bom fica a  reflexão. Twilight Radio é contra a todos os tipos de Preconceito!!!


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Novo clipe da P!nk

Quando Pink lançou seu retrospectiva da carreira, Far So! Greatest Hits … , ela era boa o suficiente para incluir dois novos singles na coleção: ” Raise Your Glass “.” “F ****** e Perfect E, em muitos aspectos, essas faixas são duas faces da mesma moeda.

Ambas as canções tratam a superação de obstáculos, acreditando em si mesmo e perseverar em face de grandes obstáculos. Mas enquanto “Raise Your Glass” foi um hino de assalto rah-rah sobre “freaks pouco”, “F ****** Perfeito” é um assunto mais sombrio, terrível, embora, em última análise uma triunfante.

Para ir com o Max Martin – e-produziu a faixa Shellback, Rosa, juntamente com o diretor Dave Meyers criou um vídeo horroroso. No “F ****** Perfeito” de vídeo, vemos um personagem em toda várias fases em sua vida como ela lida com assuntos que vão de assédio moral, problemas na escola e em casa. Jogado maravilhosamente como um adulto por Tina Majorino (de “Napoleon Dynamite” e “Veronica Mars” fama), as coisas vêm à cabeça quando este caráter quase assume a sua própria vida, graficamente de se cortar e sangrar em uma banheira.

Devido à natureza particularmente sensível da cena, rosa ofereceu-se a instrução abaixo para dar contexto para os eventos descritos:

Apesar de o conteúdo perturbador, pode ter certeza, esta história tem um final feliz.

Assista a estréia do Perfect “Pink” F ******’ vídeo abaixo. Pink’s Greatest Hits … So Far! é agora.

Uma nota pessoal P! nk:
Tenho certeza que meu novo vídeo de “F ** kin ‘Perfect” será muito parecido com alguns de meus outros vídeos, que basicamente significa que eu espero que isso vai irritar algumas penas.
Meus livros favoritos, peças de arte, filmes e música, sempre tem algo dissonante sobre eles. Eu quero a arte de me fazer pensar.
Para fazer isso, pode me irritar, ou fazer-me desconfortável. Que promove a conscientização e mudança, ou pelo menos alguma discussão.
Essa é a minha intenção.
Você não pode mover montanhas sussurrando-los.
Corte, e do suicídio, dois sintomas muito diferentes do mesmo problema, estão se aproximando de nós. (Sendo o problema, alienação e depressão os sintomas;. Corte e suicídio). Eu pessoalmente não conheço uma única pessoa que não conhece pelo menos duas dessas vítimas pessoalmente.Muitos de nós viram estrelas de certas ostentar suas últimas cicatrizes em um tapete vermelho em algum lugar, geralmente para a direita antes de voltar para a sua reabilitação favoritos.
É um problema, e é algo que deveríamos falar.
Podemos optar por ignorar o problema e, portanto, ignorar este vídeo, mas isso não vai fazer isso ir embora.
Eu não apoiar ou incentivar o suicídio ou a corte.
Eu apoio as crianças lá fora, que me sinto tão desesperada Numb / / impotente, que se sente invisível e inaudível, e não consigo ver outra forma … Eu quero que eles saibam que eu estou ciente. Eu estive lá. Eu os vejo.
Às vezes isso é tudo o que preciso.
Fazendo este vídeo foi uma experiência muito emocional para mim, como estava escrevendo essa música. Tenho uma vida dentro de mim, e eu quero que ele ou ela saiba que eu vou aceitá-la aberta e com amor e entusiasmo. E embora eu vou preparar esta munchkin pouco para um mundo às vezes cruel, eu também equipará o garoto para ver toda a beleza que nele também. Há pessoas boas neste mundo que têm a mente aberta, e amorosa. Há aqueles que nos aceitar com todos os nossos defeitos. Eu faço isso com meus fãs e amigos, e eu vou fazer isso com meu filho, quem quer que decidir ser.
Se você ou alguém que conhece precisa de ajuda, por favor visite TWLOHA

FONTE: http://buzzworthy.mtv.com/2011/01/20/pink-f-perfect-video/

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2ym671sEntrevista retirada da MTV!

MTV: Então, Peter, enquanto nos aproximamos ao lançamento de Lua Nova, você está empolgado para ver o produto final?

Peter Facinelli: Sim, eu gosto dos clips que já vi. Estou empolgado para ver o que Chris Weitz juntou. Estou esperando ansiosamente – como fã dos livros e fã dos filmes – para ver.

MTV: Em relação aos filmes de Crepúsculo, existem dois tipos de cenas: aquelas dos livros de Stephenie, e as que Melissa Rosenberg adicionou. Você sente um nível extra de empolgação para filmar essas, por que elas são tão novas?

Facinelli: Sim. Muitas pessoas ficam perguntando “Ei, o que acontece em Lua Nova?” E você diz, “Bem, se você leu os livros, você sabe o que acontece.” Mas eu gosto das cenas que não estão necessariamente no livro, que te contam um pouco mais dá história de fundo. Adiciona outro elemento ao filme, e é uma pequena surpresa para os fãs.

 

MTV: Nós estamos pedindo para as estrelas nos dizer qual a fala preferida do personagem em Lua Nova. Você pode contar a sua?

Facinelli: Ah, uau. Agora eu tenho que voltar um ano inteiro atrás e tentar lembrar minhas falas de um ano atrás, quando eu mal posso lembrar as minhas falas do dia. … OK, vamos lá: “Como tudo na vida, eu tive que decidir o que fazer com o que me foi dado.” Essa é uma fala de Carlisle.

MTV: Ok, legal. Mas você pode interpretar?

Facinelli: Não. [Risos.] Você terá que me pagar. Se eu vou atuar, melhor você me pagar, Larry Carroll!

MTV: Então tá, vamos pegar seu endereço e te mandar vinte e cinco centavos.

Facinelli: Você sabe, eu não sei nem se eu posso fazer Carlisle do nada.

MTV: Sério?

Facinelli: Não. Isso leva tempo e preparação.

MTV: Bem, nós certamente não vamos reduzir você a uma coisa estilo Vegas. Como se você estivesse fazendo uma imitação do Elvis.

Facinelli: [Risadas.] Não, não. Realmente, para fazer esses papéis, você tem que entrar no espirito do personagem. Eu tenho que ter minha maquiagem branca e minhas lentes de contato, senão não funciona. Caso contrário, parece Peter Facinelli querendo atuar como algo; é estranho. Mas eu poderia dizer que essa é uma das minhas falas preferidas de Lua Nova: “Como tudo na vida, eu tive que decidir o que fazer com o que me foi dado.” Mas esse sou eu falando isso, não Carlisle. Em Lua Nova Carlisle diz isso, e é bem Carlislistíco.

MTV: Bem, então, nos fale sobre o dia que você teve que falar a linha no set de Lua Nova. Foi tudo como você queria?

Facinelli: Espero que sim. Deus, eu espero que sim. Sabe, essa é uma fala que não estava no script. Estava no livro, e eu pedi para Chris Weitz se nós podíamos por no filme, por que eu gostava daquela linha.

MTV: Sério?

Facinelli: Sim, então nós trabalhamos em aumentar a cena com Bella. Era no livro com Bella, quando eu estava  fazendo pontos nela. É só uma fala que eu sempre gostei.

MTV: Nós sabemos que você está trabalhando duro em muitas coisas  agora, Peter. Mas nada novo que nós deveriamos ver?

Facinelli: Bem, entre “Nurse Jackie” e “Eclipse”, eu estou bem ocupado. Quero dizer, eu vou direto de Eclipse para Nurse Jackie. Meu outono e inverno estão ocupados.

FONTE: MTV

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O Diretor De ‘New Moon’ Chris Weitz Diz Que Taylor Lautner ‘Incorporou’ Jacob

O diretor de ‘New Moon’ também discute a peformance ‘genuinamente assustadora’ de Dakota Fanning, e a possível ponta de Stephenie Meyer.

SAN DIEGO – Chris Weitz criou grandes notícias quando ele substituiu Catherine Hardwicke como diretor no segundo filme de “Twilight”. Ao longo dos meses, e recentemente na Comic-Con, os fãs tem vindo abraçá-lo com tanto afeto como eles fizeram a sua predecessora.

Enquanto Weitz volta a trabalhar editando “New Moon” de Novembro, o alcançamos para discutir perguntas-chave dos fãs como uma ponta de Stephenie Meyer, os modos maléficos de Dakota Fanning e o abdômen de Taylor Lautner.

MTV: Chris, “New Moon” tem muitos elementos desiguais. Você tem de retratar um amor que é Shakespeariano, como “Romeu e Julieta,” mas ao mesmo tempo fazer cenas de ação e perseguições de carro, e ao mesmo tempo fazer o trabalho de efeitos com lobisomens e vampiros. Qual é o mais difícil, e como você está lidando com isso?

Chris Weitz: a coisa mais difícil de fazer é misturar todos esses elementos em uma coisa que parece um total coerente. Nós [temos de nos assegurar que] não paramos apenas para a seqüência de ação ou paramos e ter o público falando, “Ah, que efeito especial ótimo!” Você quer que seja uma experiência completa, na qual as emoções dos personagens são o mais importante. A coisa mais difícil, mas também a coisa mais agradável, é trabalhar com atores. Você pode controlar todo o resto, exceto o clima — o que realmente importa são os personagens e as sensações que eles evocam nos leitores do livro. É a coisa mais difícil, mas é o que o torna mais satisfatório quando você faz certo.

MTV: No filme “Twilight” do ano passado, Stephenie Meyer teve uma ponta que os fãs realmente amaram. A veremos em “New Moon”?

Weitz: Você tem de olhar muito cuidadosamente. Não, na verdade ela não tem. Se ela tivesse pedid, eu a teria colocado definitivamente. Mas acho que ela pode ter decidido contra experimentar aquilo de novo, porque francamente, para ser um extra em um filme ou um coadjuvante é esperar muito. As pessoas não percebem o tédio absoluto que um set de filme personifica; ela provavelmente ficou tipo, “Bem, ficarei fora desse.”

MTV: Nós todos lembramos que houve muito drama se Taylor voltaria para “New Moon”. O quão perto ele chegou de não ser chamado de volta?

Weitz: Quando me encontrei com ele pela primeira vez, tirei a minha camisa e disse, “Você tem dois meses para ficar bom assim.” E ele disse, “Estou disposto a tentar isso.” Finalmente, ele voltou, e os resultados eram quase tão bons como o meu abdômen. [Risos].

MTV: Você deve ter um tanquinho de verdade.

Weitz: Para responder à sua pergunta seriamente, o personagem no segundo livro está destinado para ter 1.98m, sem falar em se transformar em um lobisomem e toda aquela coisa. E Taylor, tendo feito só três dias de trabalho no primeiro [filme], era o tempo para tomar uma pausa e dizer, “Taylor deve ir frente e fazer?” A minha sensação esmagadora foi, “Sim, absolutamente, vamos em frente com ele.” Para mim, não foi uma decisão muito difícil. Para Taylor, não foi difícil de jeito nenhum. Ele conhecia o personagem, e ele incorporou o personagem — como a gente irá ver no filme. Então não foi realmente tum momento ão tenso e tão assustador como foi retratado na mídia.

MTV: O que você pode nos contar da performance de Dakota Fanning como a vampira má Jane?

Weitz: Bem, é provavelmente a performance mais assustadora que você viu dela por enquanto, porque ela é má pela primeira vez na sua carreira. Acho que ela realmente gostou da possibilidade de fazer isto.

MTV: Sim, ela deve virar aquela coisa da “Dakota adorável Fanning” de cabeça para baixo.

Weitz: Absolutamente. Mas o que você espera da Dakota Fanning é a atuação incomumente adulta, experiente e inteligente — e isso é o que ela fez. Acho que ela apenas estava desejando fazer esse papel e ser parte da franquia, e ela está genuinamente assustadora.

MTV: Os fãs na Comic-Con viram alguns breves takes “da aparição” do Edward. Qual foi o seu processo de pensamento enquanto você reinterpretou as sensações de Bella na presença dele?

Weitz: Eu o descreveria melhor [no filme] como uma imagem que representa o sentido de Bella da autoproteção e o seu amor por Edward. Realmente, é muito subjetivo à experiência de Bella. É o nosso modo cinematográfico de representar o que Stephenie descreve nesse livro, que é ouvir a voz dele. É efêmero e muito sutil. Não quisemos atingir as coisas pela cabeça. A coisa para descrevê-lo melhor é um fantasma parecido a uma chama… muito sutil e elegante. É isso a que estamos aspirando.

Fonte: MTV / Foforks

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